terça-feira, 25 de novembro de 2008

Ansiedade de Separação na Infância








As crianças com Ansiedade de Separação podem ser incapazes de permanecer em um quarto sozinhas, podem exibir um comportamento muito adesivo à pessoa de forte vínculo afetivo (normalmente a mãe), costumam andar juntos como uma sombra atrás dos pais, não só fora do lar como até por toda a própria casa e sofrem muito diante da possibilidade de ficarem separadas.
Sintomas de ansiedade são relativamente comuns em crianças e adolescentes, e a ansiedade patológica, incluindo o Transtorno de Separação na Infância é um problema clínico freqüente nesta faixa etária. Por estas razões, todos os profissionais que lidam com crianças e adolescentes devem estar conscientizados sobre as possíveis manifestações de ansiedade nesta faixa etária.
Esse apelo é especialmente dirigido aos pediatras, inegavelmente os primeiros a tomarem contacto com a criança ansiosa e, infelizmente, os maiores responsáveis pelo não tratamento da ansiedade nesses pacientes. É necessário uma visão em relação ao tratamento medicamentoso.


O problema fica mais grave na medida em que as famílias jamais contestam a conduta do pediatra de seus filhos e, quando eles acham que criança não deve tomar nenhum medicamento psiquiátrico, o assunto está definitivamente encerrado.
As diretrizes a seguir podem auxiliar os pediatra ou médico da família médicos a determinar se há justificativa para um encaminhamento para serviço de saúde mental:
1. A criança apresenta sintomas que excedem o que seria esperado no desenvolvimento.
2. A ansiedade cria comprometimento significativo em alguma área das funções da criança.
3. Os sintomas de ansiedade persistem por um tempo inadequado.
Os transtornos ansiosos podem ser debilitantes para crianças e adolescentes e estressantes para as famílias, podem comprometer significativamente o desenvolvimento e o equilíbrio emocional. Por isso, o tratamento rápido e apropriado pode ser efetivo em aliviar os sintomas e ajudar o jovem a retornar à função normal.


Procurem ajuda o quanto antes. É importante uma Psicoterapia e um Acompanhamento Médico para que possam ser administrado os medicamentos necessários parar remissão parcial ou total dos sintomas.


Então: Olho Vivo!!!!!!!


2 comentários:

Maldita Futebol Clube disse...

Pois é prima, eu bem sei o que uma separação causa,afinal passei por isso com meus filhos. Graças a DEUS tudo corre bem, em que pese um início meio difícil não só para eles qt para mim, pois vc bem sabe o qt sempre fui ligado aos meus filhos... hj tá tudo mais do que na paz, na boa mesmo...com calma, como lucidez e coerência...ensinar e educar não é pra qq um e ainda bem q na busca pela felicidade, encontrei o quailibrio necessário para superar crises e fortalecer o elo familiar. Beijos

Véu de Maya disse...

Olá Rosa Carvalho!

a sua análise me parece muito clara e segura... e quando há brechas no desenvolvimento das crianças e adolescentes.. a passividade só agrava...
um abraço pr vc/