domingo, 15 de novembro de 2009

Pavor a lagartixas- só hipnose resolve!!!!


Não existe coisa mais ridícula para uma mulher independente ter que dar o braço a torcer e pedir socorro a figura masculina diante de situações-limite como:Medos de barata, de lagartixa, marimbondo, aranha e outros bichinhos horrorosos.Mas nem sempre é considerada uma aversão . Às vezes, o que parece ser só uma aversão é uma fobia que atrapalha a vida e precisa ser tratada.


Na fobia simples, o medo é de um objeto específico.

Exemplo: medo de baratas, cobras, lagartixas, aranhas, gatos, cachorros, altura, de avião, de ver sangue ou ferimentos, de deglutição (medo de se engasgar com alimentos, mais comumente com alimentos sólidos).

O indivíduo pode apresentar ataques de pânico quando exposto diante do elemento fóbico como baratas, lagartixas, aranhas, cachorros, etc. É terrível, é muito desagradável sentir fobias a insetos comuns, como baratas, camaleão ou lagartixas, porque além de inofensivos são fáceis de encontrar por aí.

“De fato, a pessoa com fobia específica quase nunca procura tratamento terapêutico para livrar-se do problema porque, ao evitar o objeto pelo qual tem a fobia, ela foge ao estímulo, seu medo se acentua, mas continua levando sua vida normalmente até o próximo episódio de enfrentamento quando, mais uma vez, o fóbico se esquivará e assim por diante”,


Eu tenho pavor esse tal bichinho que chamo de jacaré de parede, graças à Deus não vivi na pré história porque com certeza estaria literalmente perdida. Imagina naquela época os jacarés de parede eram gigantescos rsrsrssrsrsrs.

Acho que vou buscar uma psicoterapia através de hipnose, só assim o medo acaba.

domingo, 8 de novembro de 2009

Familía e pacientes terminais:



 Os familiares de pacientes terminais têm necessidades específicas como:


• Estar próximo ao paciente;

• Sentir-se útil para o paciente;

• Ter ciência das modificações do quadro clínico;

• Compreender o que está sendo feito no cuidado e o  porquê;

• Ter garantias do controle do sofrimento e da dor;

• Estar seguro de que a decisão quanto a limitação do tratamento curativo foi apropriada;

• Poder expressar os seus sentimentos e angústias;

• Ser confortado e consolado;

• Encontrar um significado para a morte do paciente.

Atender às necessidades dos familiares é uma das responsabilidades da equipe de saúde da UTI. A avaliação cuidadosa destas necessidades fornece subsídios importantes para a melhoria da compreensão, da satisfação e da capacidade para participar nas decisões relacionadas ao cuidado de alguém, que na maioria das vezes não poderá decidir por si próprio.

Cuidar dos familiares dos pacientes sempre foi antes de tudo um ato de solidariedade e dependente das habilidades e do conhecimento de cada indivíduo, mas é também hoje um conjunto de estratégias e intervenções testadas e fundamentadas cientificamente que devem fazer parte do processo de formação de todo profissional de saúde da UTI.

sábado, 7 de novembro de 2009

Sugestão de filme para o final de semana: Amor além da vida!!!


A Butterfly Editora lançou no Brasil o romance Amor além da vida, best-seller de Richard Matheson, que deu origem ao filme estrelado por Robin Williams que emocionou milhões de pessoas no mundo inteiro.


Para Matheson, Amor além da vida é "uma experiência esclarecedora e extraordinária". "Como seu tema é a sobrevivência após a morte, é imprescindível que você perceba antes de ler a história que apenas um aspecto dele é ficcional: as personagens e suas relações. Com algumas exceções, todos os demais detalhes são o resultado exclusivo de pesquisas". Na tela, Robin Williams é Chris, casado com Annie (Annabelle Sciorra) e formam um casal apaixonado até o dia em que Annie perde Chris num acidente fatal. Sua felicidade se desvanece e ela entrega-se à depressão. Enquanto isso, Chris percebe que ainda está vivo e empenha-se em ajudar seu grande amor a vencer a dor...

Vale a pena conferir!!!!!

sábado, 17 de outubro de 2009

Momento de dor - perda de meu pai.



Perdi meu amado pai, uma pessoa amiga, presente, adorável, companheiro de horas tristes e alegres, ás vezes durão, devido sua personalidade igualzinha a minha, forte. Afinal a família Cordeiro de Carvalho é assim: alegre, teimosa, batalhadora, objetiva, em certos momentos ranzinza, carinhosa, incrivel, como toda família que se ama.
Estou muito triste com a perda de meu pai, ás vezes me pergunto por que tanta gente reluta em permitir que os outros vejam o que estão sentindo - por que, na verdade sentem-se contrangidas quando alguém as surpreende mostrando sinais de emoção extrema.
Somos seres humanos mesmo sendo "PSI" temos todo o direito de sentir dor e tristeza.
Isto não é sinal de fraqueza, apenas de ter uma personalidade afetiva e carinhosa que foi afetada pela morte de alguém que amamos.
Essas emoções variam da tristeza extrema a uma sensação de alívio quando uma vida cheia de dor e sofrimento chega ao fim e a pessoa deixa de sofrer.
Pai, tão difícil... mas vamos superar, acredite!
Pai estou aqui tentando me reencontrar e me confortando aos poucos não só pelo amor de pai e filha, mas com o amor e ajuda  do Nosso Deus Maior.
Fique em paz. Estamos bem.
Amo você para sempre.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Afastamnento

Olá amigos e leitores, comunico que estarei afastada por aproximadamente 15 dias devido estar passando uma fase dificil com meu pai recém operado de câncer de esôfago e estômago. Em breve estarei escrevendo de volta. Obrigado pela compreensão de vocês. Bjs

domingo, 27 de setembro de 2009

Síndrome do Comportamento de Hospedagem




Muitos problemas que afetam a vida conjugal, a precariedade do vínculo afetivo é considerado um deles. Ele nasce na formação da personalidade, na infância. Caso a pessoa não tenha formado um grau satisfatório de vínculo, apresentará dificuldades posteriormente nas relações que mantiver. Por força do encanto exercido no período de namoro entre duas pessoas, vários comportamentos ficam ocultos.


No dia a dia  do relacionamento eles emergem, incluindo a dificuldade de manter o vínculo afetivo, causando a Síndrome do Comportamento de Hospedagem. Ela vai distanciando o casal através de comportamentos independentes ao extremo. A pessoa exerce os papéis cotidianos normalmente, todavia, demonstra frieza e comporta-se como um hóspede dentro de casa. Neste caso, especificamente, a precariedade vincular é a causadora deste comportamento, visto ser difícil para o seu portador manter um contato afetivo que ele próprio não pode oferecer.

A tendência da síndrome é gerar um conflito pessoal e, conseqüentemente, no casal, que pode acabar se separando. A conversa conjugal é capaz de abrir a primeira porta para a identificação desta síndrome, bem como buscar ajuda especializada, objetivando a melhora pessoal e uma vida conjugal qualitativa com psicoterapia.

Quando as dificuldades no relacionamento humano são percebidas, um termo usual para definir estas circunstâncias é a "incompatibilidade de gênios".
 
Alguns itens desta relação de componentes desfavorecedores na relação a dois, inversamente, pode servir de complemento para determinados casais. Existem pontos favoráveis e complementares na relação. Ou seja, não há uma regra universal para determinar quais são os fatores que levam a separação de casais. Contudo, a vontade de se cuidar para o outro e tentar compreendê-lo estimula o interesse pela união.


Existe uma complexidade em se entender o ser humano individualmente, quanto mais na relação com o outro. Podemos classificar algumas situações de separação de casais ao empregar termos generalistas como a incompatibilidade de gênios ou as dificuldades sociais comuns. Entretanto, o que será descrito a partir deste ponto é sobre a estrutura de personalidade e seus problemas, Alguns itens desta relação de componentes desfavorecedores na relação a dois, inversamente, pode servir de complemento para determinados casais. Deste ponto de vista, têm-se pontos favoráveis e complementares na relação. Ou seja, não há uma regra universal para determinar quais são os fatores que levam a separação de casais. Contudo, a vontade de se cuidar para o outro e tentar compreendê-lo estimula o interesse pela união.

Existe uma complexidade em se entender o ser humano individualmente, quanto mais na relação com o outro. Podemos classificar algumas situações de separação de casais ao empregar termos generalistas como a incompatibilidade de gênios ou as dificuldades sociais comuns.

Desde bem pequenos os seres humanos têm a necessidade de cuidados por parte de outrem. Durante o período de formação da personalidade existem algumas circunstâncias fundamentais a serem desenvolvidas. O vínculo afetivo é um elemento primordial nesta categoria. Ele é básico. Do latim, vinculum: atadura, laço, aquilo que une.

sábado, 26 de setembro de 2009

Afastamento é privação de amor




O afastamento de uma pessoa é entendido, em todas as culturas e em todas as estruturas sociais, como um gesto de ameaça e castigo.
O movimento de afastamento é uma reação inata. Durante a primeira infância, os filhos "castigam" a mãe caso ela não esteja prontamente ou se ausente por muito tempo.
O bebê  desvia a cabeça, como se " desse ombros", talvez dizendo" Não quero nem saber de você".
É evidente que o bebê também percebe os movimentos de afastamento da mãe como castigo e fica muito perturbado caso não consiga compreender o motivo de tal atitude.
Não podemos  transferir às crianças as razões de nossos comportamnetos, pois as relações que mantemos com o ambiente são muito diferentes das relações delas,que ainda não vivenciaram o mundo.
Um grupo de jovesn se afasta claramente de quem não age da maneira esperada, é diferente da maioria ou não quer se submeter às regras.
Entre os adultos, a situação infelizmente é a  mesma.
Durante uma reunião, por exemplo, aquele que propositadamente passa despercebido está recebendo uma advertência: " MUDE DE COMPORTAMENTO OU O GRUPO VAI  ISOLÁ-LO COMPLETAMENTE".