Como enfrentar o medo de dirigir? Hoje, muitas pessoas apresentam o medo de pegar o carro e sair por aí...para passear, trabalhar e até mesmo fazer uma viagem, pois nesta hora o medo fala mais alto.
Para muitos, dar o primeiro passo entrar no carro, dar partida, engatar uma marcha ré e ultrapassar e seguir o seu trajeto para o trabalho dirigindo é uma dificuldade e para muitos, não passa de um prazer rotineiro.
No entanto o que é rotina para alguns, é sofrimento para outros.
O medo de dirigir tem atingido um número relativamente agravante, porque inúmeras pessoas não buscam um tratamento por vergonha de expor seu medo, mantendo-se dependente e aderindo uma vida de privações.
Acredito que você conheça alguém que possua habilitação, tem um carro, mas não dirige. Certamente essa pessoa se esconde em uma capa protetora diante de ameaças do meio externo, apresentando medo de agir frente ao perigo evidente.
O medo excessivo é prejudicial, porque incapacita o indivíduo de ter uma vida normal, fazendo com e que ele se aprisione ao próprio medo, isolando-se de uma vida social.
Atualmente é possível enfrentar e superar esta situação, no caso do medo de dirigir o corpo reage para se defender, para proteger a vida. Muitas vezes as reações de medo são desproporcionais em relação à realidade. Dirigir não é uma ameaça à vida - o que pode dar origem a ansiedade, fobias, crises de pânico, perda de concentração e até mesmo stress pós-traumático.
A terapia cognitivo comportamental associado a técnica da medicina comportamental faz com que a pessoa supere seu medo com treinamentos, relaxamentos, além de técnicas de exposição como aulas de direção com programa e instrutores especializados.
Que tal desfrutar de um belo passeio de automóvel pela região serrana ou pela oceânica. Vamos aproveitar a vida!!!!!!!
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segunda-feira, 17 de maio de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
TOPBLOG 2010
Queridos amigos e leitores estou participando novamente do top blog do ano de 2010. Gostaria que o meu blog ficasse novamente entre os 100. Para dar uma força votem pelo endereço:
http://www.topblog.com.br/2010/index.php?pg=Busca&c_b=188674
Desde já agradeço à todos meus amigos que visitam meu blog e gsotam dos assuntos aqui abordados com seriedade e carinho. Bjs
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Desde já agradeço à todos meus amigos que visitam meu blog e gsotam dos assuntos aqui abordados com seriedade e carinho. Bjs
quinta-feira, 1 de abril de 2010
ANEJACULAÇÃO - Um problema que tem solução.
A ejaculação retarda também conhecida como anejaculação, caracteriza-se pela falta ou dificuldade de ejacular no coito (penetração).
Os homens que apresentam essa dificuldade, conseguem ter o orgasmo e ejaculação ao se masturbarem. Porém, numa relação com penetração não se consegue ou demoram muito tempo (horas) para conseguirem ejacular.
Ao contrário do que se imagina, de que seria uma grande vantagem ficar muito tempo sem ejacular, as pessoas que apresentam essa dificuldade nos relatam descontentamento com essa situação, pois além do desgaste físico, há frustração de saberem que não conseguirão e que provavelmente a parceria também se sentirá incomodada.
"Existe o prazer na relação sexual, no entanto, fica a sensação de algo inacabado”.
Na maioria das vezes a mulher tem a sensação de que o parceiro parece não estar muito interessado nela, que o percebe às vezes distante. Isso a faz sentir-se mal, e com isso vêm às desconfianças de possíveis traições.
Na maioria das vezes as parceiras se queixarem do cansaço e até mesmo da dor ou incômodo, pois acabam perdendo a excitação e conseqüentemente param de lubrificar.
As pesquisas e estudos nessa área nos mostram que essa é uma questão psicológica, e para tanto é necessário se submeter ao tratamento psicológico.
O psicólogo especialista em sexualidade vai investigar qual a origem dessa dificuldade naquela pessoa e proporcionar condições para modificação de comportamentos que desencadearam esse problema analisando o comportamneto do indivíduo e que cada caso pode revelar os porquês, e auxiliar o terapeuta na orientação do paciente para se libertar sexualmente e usufruir do prazer.
Na psicoterapia cognitivo comportamental, trabalhamos com técnicas específicas como:
Treinamento de masturbação para homens e procedimento para ejaculação retarda/ausente.
Os homens que apresentam essa dificuldade, conseguem ter o orgasmo e ejaculação ao se masturbarem. Porém, numa relação com penetração não se consegue ou demoram muito tempo (horas) para conseguirem ejacular.
Ao contrário do que se imagina, de que seria uma grande vantagem ficar muito tempo sem ejacular, as pessoas que apresentam essa dificuldade nos relatam descontentamento com essa situação, pois além do desgaste físico, há frustração de saberem que não conseguirão e que provavelmente a parceria também se sentirá incomodada.
"Existe o prazer na relação sexual, no entanto, fica a sensação de algo inacabado”.
Na maioria das vezes a mulher tem a sensação de que o parceiro parece não estar muito interessado nela, que o percebe às vezes distante. Isso a faz sentir-se mal, e com isso vêm às desconfianças de possíveis traições.
Na maioria das vezes as parceiras se queixarem do cansaço e até mesmo da dor ou incômodo, pois acabam perdendo a excitação e conseqüentemente param de lubrificar.
As pesquisas e estudos nessa área nos mostram que essa é uma questão psicológica, e para tanto é necessário se submeter ao tratamento psicológico.
O psicólogo especialista em sexualidade vai investigar qual a origem dessa dificuldade naquela pessoa e proporcionar condições para modificação de comportamentos que desencadearam esse problema analisando o comportamneto do indivíduo e que cada caso pode revelar os porquês, e auxiliar o terapeuta na orientação do paciente para se libertar sexualmente e usufruir do prazer.
Na psicoterapia cognitivo comportamental, trabalhamos com técnicas específicas como:
Treinamento de masturbação para homens e procedimento para ejaculação retarda/ausente.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Câncer de Mama - Doença mais temida pelas mulheres.
O Câncer de mama no Brasil é o que mais causa mortes entre as mulheres.
O câncer de mama é com certeza uma das doenças mais temidas pelas mulheres devido à freqüência absurda com que vem ocorrendo.
Os efeitos psicológicos dessa doença afetam a sexualidade e a percepção da imagem pessoal da mulher que o vivencia, sendo, portanto, devastadora tanto em termos físicos quanto psíquicos.
Ele é raro antes dos 35 anos de idade, mas acima desta faixa etária cresce a cada dia sua incidência.
Dessa forma é importante para a área da Psicologia da Saúde e da Psicologia Hospitalar inserida neste contexto, abordar estas questões levando-se em conta as implicações psíquicas envolvidas no tratamento e diagnóstico do câncer de mama.
O diagnóstico de câncer e todo o processo da doença são vividos pelo paciente e pela sua família como um momento de intensa angústia, sofrimento e ansiedade.
Ter um diagnóstico de câncer de mama pode vir a provocar um desequilíbrio naquilo que as mamas sempre representaram para uma mulher.
Pode-se dizer que esta situação se torna ameaçadora. A vida da paciente passa a correr riscos não só pela doença, mas pela intervenção que virá a ser adotada, que poderá ser mutilante.
Uma série de preocupações passa a tomar conta do pensamento dessa mulher: o medo de ser estigmatizada e rejeitada ao tomarem conhecimento de sua doença, a possibilidade de disseminação da doença pelo seu corpo, a queda do cabelo e o efeito disso sobre sua auto-estima, a incerteza quanto ao futuro, sua sexualidade e o seu relacionamento com o parceiro e com os filhos e principalmente o medo da recidiva.
Mulheres cuidem-se não deixem de ir ao ginecologista periodicamente.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
AGRESSIVIDADE E VIOLÊNCIA INFANTIL - O que fazer?
Os pequenos e as crianças de idade pré-escolar com freqüência brigam pelos brinquedos. Sendo que algumas delas são premiadas involuntariamente pela sua agressividade. Podemos exemplificar: pode ser que uma criança empurre a outra, jogando-a no chão e pegando seu brinquedo. Se a outra criança chora e se afasta, a criança agressiva se sente vitoriosa, já que conseguiu o brinquedo. O ideal é observar esse comportamento e a freqüência em crianças agressivas e ter atenção em relação ao seu humor, ou seja: pode estar triste ou alterada, ter problemas para controlar a coragem, ter sido testemunha de violência ou ter sido vítima de abuso no cuidado diurno, na escola ou em casa.
As pesquisas têm demonstrado que as crianças que são agressivas fisicamente em idade muito pequena, têm tendência a continuar com este comportamento quando maiores. Os estudos também demonstraram que as crianças que são expostas à violência e à agressão repetidamente através da televisão, vídeos e filmes, agem de forma mais agressiva.
Se uma criança pequena tem problemas persistentes com a ação de brigar e de morder, ou exibe um comportamento agressivo, os pais devem buscar ajuda profissional de um psiquiatra de crianças e adolescentes ou de outro profissional da saúde mental que se especialize na avaliação e tratamento dos problemas do comportamento das crianças pequenas.
Como devemos agir mediante essa situação?
- A intervenção precoce é muito mais efetiva. Não espere que a criança comece a mostrar comportamento mais agressivo. Intervenha logo que observar que a criança se sinta frustrada ou que esteja se alterando com facilidade.
- Quando as crianças pequenas brigam com freqüência, supervisem-nas mais de perto.
- Se uma criança bate em outra criança, de imediato separe os dois. Logo trate de consolar e atender a criança que foi agredida.
- Ao bebê que começa a andar (1 a 2 anos), diga-lhe: “Não bata. Dói quando você bate”.
- À criança pequena (de 2 a 3 anos), diga-lhe: “Eu sei que você tem coragem, mas não bata”. Isso começa a ensiná-la a empatia com as outras crianças.
- Não bata na criança se ela está batendo em outras. Isso a ensinará a utilizar um comportamento agressivo.
- Os pais não devem ignorar ou menosprezar as brigas entre irmãos.
- Ensine-os que a agressão não é a forma correta para conseguir o que se quer. Por exemplo: imaginemos o caso de dois meninos, um de 06 e outro de 04 anos de idade. O maior está jogando bola até que o menor aparece para tirá-la. E ali se iniciam as brigas e gritos. O pequeno grita e esperneia porque quer a bola. Se intervier, exigindo que o maior conceda a bola ao menor, estaremos reforçando de uma maneira negativa, que o pequeno sempre esperneie e grite para conseguir o que se quer.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
PERDAS
Falar em perda é falar de solidão.
Nunca estamos prontos para nos acostumarmos com a falta dos que amamos.
Falar de você que é tão especial em minha vida é muito dificil, tenho que agrdecer à Deus o presente que ele me deu: ter tido você nesta vida, te amar e ser amada.
Após seu falecimento sinto a sua presença dentro de mim como se fosse parte da minha alma. Pois, após sua morte física só assim seremos inteiros.
Aqueles que amamos nunca morrem apenas partem antes de nós!!!!
Em breve amor estaremos juntos. Te amo por vidas!!!! Descanse em paz!!!
Beijos de saudades Beijos de amor do seu amor... Rosa Carvalho
Nunca estamos prontos para nos acostumarmos com a falta dos que amamos.
Falar de você que é tão especial em minha vida é muito dificil, tenho que agrdecer à Deus o presente que ele me deu: ter tido você nesta vida, te amar e ser amada.
Após seu falecimento sinto a sua presença dentro de mim como se fosse parte da minha alma. Pois, após sua morte física só assim seremos inteiros.
Aqueles que amamos nunca morrem apenas partem antes de nós!!!!
Em breve amor estaremos juntos. Te amo por vidas!!!! Descanse em paz!!!
Beijos de saudades Beijos de amor do seu amor... Rosa Carvalho
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
A SÍNDROME DO CANSAÇO - Síndrome da Fadiga Crônica
A síndrome da fadiga crônica é uma desordem complexa e desabilitante caracterizada pela fadiga profunda que não melhora com descanso deitado e que pode ser piorada por atividade física ou mental. Pessoas com síndrome da fadiga crônica geralmente funcionam em um nível de atividade substancialmente menor do que eram capazes antes do aparecimento da doença. Adicionalmente, pacientes reportam vários sintomas não-específicos que incluem fraqueza, dor muscular, memória prejudicada, piora na concentração, insônia e fadiga após exercícios exaustivos que dura mais de 24 horas. Em alguns casos a síndrome da fadiga crônica pode persistir por anos.
As causa mais comuns costumam ser:
-Doenças cardiovasculares (insuficiência cardíaca, arritmias, etc.);
- Doenças auto-imunes (lúpus, polimiosite, etc.);
- Doenças pulmonares (enfisema, quadros infecciosos, etc.);
- Doenças endócrinas (hipotireoidismo, diabetes, etc.);
- Doenças musculares e neurológicas;
- Apnéia do sono e narcolepsia;
- Abuso de álcool e outras drogas;
- Obesidade;
- Depressão e outros distúrbios psiquiátricos;
- Infecções;
- Tumores malignos.
Considera-se portadora da síndrome toda pessoa com fadiga persistente, inexplicável por outras causas, que apresentar no mínimo quatro dos sintomas citados abaixo, por um período de pelo menos seis meses:
• Dor de garganta;
• Gânglios inflamados e dolorosos;
• Dores musculares;
• Dor em múltiplas articulações, sem sinais inflamatórios (vermelhidão e inchaço);
• Cefaléia com características diferentes das anteriores;
• Comprometimento substancial da memória recente ou da concentração;
• Sono que não repousa;
• Fraqueza intensa que persiste por mais de 24 horas depois da atividade física.
Os sintomas são passíveis de tratamentos paliativos, entretanto antiinflamatórios são recomendados para as dores musculares ou articulares; drogas antidepressivas podem melhorar a qualidade do sono.
Mudanças de estilo de vida podem ser úteis. Os especialistas recomendam uma dieta equilibrada, uso moderado de álcool, exercícios regulares de acordo com a disposição física e a manutenção do equilíbrio emocional para controlar o estresse.
Reabilitação fisioterápica e condicionamento físico são fundamentais para a manutenção da atividade física e profissional. Tratamento psicoterápico também é indicado.
Condições médicas semelhantes à síndrome da fadiga crônica
Muitas doenças têm espectro de sintomas similares à síndrome da fadiga crônica. Essas doenças incluem, entre outras, fibromialgia, encefalomielite miálgica, neurastenia, sensibilidade química múltipla, narcolepsia, hipotiroidismo, apnéia do sono, depressão, esquizofrenia e mononucleose crônica. Embora essas doenças possam apresentar outro sintoma principal, a fadiga crônica é comumente associada a todas elas.
Como em todas as doenças mal conhecidas, proliferam os assim chamados tratamentos naturalistas, alguns dos quais apregoam resultados milagrosos para a fadiga crônica. Infelizmente, não há qualquer evidência científica de que eles modifiquem a evolução da doença.
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