quarta-feira, 1 de junho de 2011
Bullying professor-aluno
A cada dia o que mais tem aparecido nos consultórios em busca de ajuda são vítimas de bullying, e os que mais fogem dos consultório psicológicos são os bullies, muitas vezes a cobertados pelos próprios pais e até mesmo quando professores caracterizado pela autoridade máxima na sala de aula e total superioridade revestido numa capa de super herói. Até quando?
O assédio escolar pode ser praticado de um professor para um aluno.
As técnicas mais comuns são:
• Intimidar o aluno em voz alta rebaixando-o perante a classe e ofendendo sua auto-estima. Uma forma mais cruel e severa é manipular a classe contra um único aluno o expondo a humilhação;
• Assumir um critério mais rigoroso na correção de provas com o aluno e não com os demais. Alguns professores podem perseguir alunos com notas baixas;
• Ameaçar o aluno de reprovação;
• Negar ao aluno o direito de ir ao banheiro ou beber água, expondo-o a tortura psicológica;
• Difamar o aluno no conselho de professores, aos coordenadores e acusá-lo de atos que não cometeu;
• Tortura física, mais comuns em crianças pequenas. Puxões de orelha, tapas e cascudos.
Tais atos violam o Estatuto da Criança e do Adolescente e podem ser denunciados em um Boletim de Ocorrência numa delegacia ou no Ministério Público. A revisão de provas pode ser requerida ao pedagogo ou coordenador e, em caso de recusa, por medida judicial.
Fica dado o recado e fiquemos alerta!!!!!!!! Não deixem de denunciar!!!!!!
terça-feira, 24 de maio de 2011
Começou a votação do TOP BLOG
Bom dia leitores, devido ao intenso trabalho quase não tenho tido muito tempo para postar no blog, mas retornarei ainda nesta semana com novas publicações. Aguardo sua participação votando em meu blog no TOP BLOG 2011. basta clicar no selo do TOP BLOG 2011 na minha página principal. Agradeço minha indicação por três anos consecutivos e obrigado pelo carinho de vcs sempre. beijos!!!!!
quinta-feira, 10 de março de 2011
ABUSO SEXUAL INFANTIL É CRIME!!!
Cada dia que passa mais nos deparamos com casos proximos ou distante de abuso sexual infantil, seja nos jornais, tv, ou proximo de seu trabalho ou residencia.
O abuso sexual às crianças pode ocorrer na família, através do pai, do padrasto, do irmão ou outro parente qualquer. Outras vezes ocorre fora de casa, como por exemplo, na casa de um amigo da família, na casa da pessoa que toma conta da criança, na casa do vizinho, de um professor ou mesmo por um desconhecido.
Abuso Sexual como qualquer conduta sexual com uma criança levada a cabo por um adulto ou por outra criança mais velha. Isto pode significar, além da penetração vaginal ou anal na criança, também tocar seus genitais ou fazer com que a criança toque os genitais do adulto ou de outra criança mais velha, ou o contacto oral-genital ou, ainda, roçar os genitais do adulto com a criança.
Às vezes ocorrem outros tipos de abuso sexual que chamam menos atenção, como por exemplo, mostrar os genitais de um adulto a um criança, incitar a criança a ver revistas ou filmes pornográficos, ou utilizar a criança para elaborar material pornográfico ou obsceno.
Como proteger as crianças? Como orientá-las? O dano emocional e psicológico, em longo prazo, decorrente dessas experiências pode ser devastador.
Quando a criança ainda não tem idade para compreender com adequação a questão sexual, explique que algumas pessoas podem tentar tocar as partes íntimas (apelidadas carinhosamente de acordo com cada família), de forma que se sintam incomodadas.
Algumas orientações devem ser dadas como:
1.Dizer às crianças que "se alguém tentar tocar-lhes o corpo e fazer coisas que a façam sentir desconfortável, afaste-se da pessoa e conte em seguida o que aconteceu."
2.Ensinar às crianças que o respeito aos maiores não quer dizer que têm que obedecer cegamente aos adultos e às figuras de autoridade. Por exemplo, dizer que não têm que fazer tudo o que os professores, médicos ou outros cuidadores mandarem fazer, enfatizando a rejeição daquilo que não as façam sentir-se bem.
3.Ensinar a criança a não aceitar dinheiro ou favores de estranhos.
4.Advertir as crianças para nunca aceitarem convites de quem não conhecem.
5.A atenta supervisão da criança é a melhor proteção contra o abuso sexual pois, muito possivelmente, ela não separa as situações de perigo à sua segurança sexual.
6.Na grande maioria dos casos os agressores são pessoas conhecem bem a criança e a família, podem ser pessoas às quais as crianças foram confiadas.
7.Embora seja difícil proteger as crianças do abuso sexual de membros da família ou amigos íntimos, a vigilância das muitas situações potencialmente perigosas é uma atitude fundamental.
8.Estar sempre ciente de onde está a criança e o que está fazendo.
9.Pedir a outros adultos responsáveis que ajudem a vigiar as crianças quando os pais não puderem cuidar disso intensivamente.
10.Se não for possível uma supervisão intensiva de adultos, pedir às crianças que fiquem o maior tempo possível junto de outras crianças, explicando as vantagens do companheirismo.
11.Conhecer os amigos das crianças, especialmente aqueles que são mais velhos que a criança.
12.Ensinar a criança a zelar de sua própria segurança.
13.Orientar sempre as crianças sobre opções do que fazer caso percebam más intenções de pessoas pouco conhecidas ou mesmo íntimas.
4.Orientar sempre as crianças para buscarem ajuda com outro adulto quando se sentirem incomodadas.
15.Explicar as opções de chamar atenção sem se envergonhar, gritar e correr em situações de perigo.
16.Orientar as crianças que elas não devem estar sempre de acordo com iniciativas para manter contacto físico estreito e desconfortável, mesmo que sejam por parte de parentes próximos e amigos.
17.Valorizar positivamente as partes íntimas do corpo da criança, de forma que o contacto nessas partes chame sua atenção para o fato de algo incomum e estranho estar acontecendo.
ABUSO SEXUAL INFANTIL É CRIME! DENUNCIE !!!!
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
TRÂNSITO: UM CAOS QUE GERA ESTRESSE
Hoje em dia falar de trânsito lembramos automaticamente de estresse, de irritabilidade e até mesmo de cenas já vistas pela população de ataque de ira e agressão podendo chegar até mesmo ao extremo .
Trânsito, uma palavra tão simples, mas com uma complexidade tão intensa, as pessoas que estão apenas assistindo as vezes imagina que não seja tão estressante e até mesmo muito perigoso para o condutor e passageiro de um veículo, mas quando se tornam coadjuvantes do fato, ai sim percebe o quanto é complicado manter-se em total harmonia e calma no trânsito.
As grandes metrópoles são as campeãs em casos de alto nível de estresse no transito, e quem mora em uma grande cidade sabe o porquê de tanto aborrecimento com os deslocamentos dentro da cidade. Não é por acaso que os números de violência no transito são muito altos, e infelizmente não são somente meros casos de buzinadas, xingamentos e bate boca, acontecem muitos acidentes em função da pressão emocional e estresse no transito, algumas vezes com graves conseqüências.
Não podemos deixar de falar que em muitos casos o estresse no transito se dá em torno do seu mau funcionamento de forma geral, ou seja, as pessoas migram para as grandes cidades em busca de novas oportunidades de como vencer a crise e com isso as cidades vão crescendo de forma desordenada, em conseqüência as linhas de transporte coletivo vão se tornando cada vez mais deficientes e precárias para atender ao grande volume da população. Surgem em tão os transportes coletivos alternativos como as vans, moto táxi, Kombi de lotação, etc. Por falta de um transporte coletivo ágil, rápido, seguro e de preço acessível às pessoas usam muito seus carros particulares para trabalhar e com isso as ruas e avenidas acabam ficando extremamente lotadas. Resultado disso? Congestionamentos e estresse no transito.
DICA: Uma das maiores fontes de stress nas grandes cidades prende-se com o trânsito que é capaz de levar qualquer pessoa à loucura. Para evitar sessões de stress logo pela manhã, saia mais cedo de casa e/ou faça um trajecto alternativo. A bem da sua sanidade mental, vale a pena o esforço
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
A síndrome do coração partido
A síndrome do coração partido é de ocorrência muito rara, e acomete principalmente as mulheres de meia idade. Tanto pelo grupo de pessoas mais acometidas, como pelo seu nome, poderia haver a sugestão de que se trate de um envolvimento mais relacionado a coisas emocionais do que a uma doença orgânica do coração.
O total de casos relatados na literatura médica não passa de 200. Provavelmente, existem mais casos de pessoas acometidas, mas que não foram diagnosticados por ser uma síndrome desconhecida.
As manifestações da doença são as de um infarto do miocárdio, que acomete principalmente mulheres de meia idade; as alterações eletrocardiográficas são as de um infarto agudo do miocárdio e as alterações das enzimas do sangue comprovam a lesão do músculo cardíaco. A evolução costuma ser boa e, geralmente, é de curta duração com a recuperação das alterações registradas no início da doença.
A síndrome do coração partido é uma doença de bom prognóstico, pois a evolução destes infartos costuma ser rápida e boa, não deixando seqüelas maiores. De um modo geral, acontece a recuperação total dos pacientes em poucos dias, apesar das manifestações iniciais alarmantes.
O que mais chama a atenção nesta síndrome é que a grande maioria, mais de 95% acontece em mulheres de meia idade.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
BARATA: MEDO,PAVOR OU NOJO?
Baratas !!!!! O medo a este inseto e a outros pode ser a fobia específica, e é caracterizada como um medo persistente e acentuado, excessivo e irracional, de objetos ou situações claramente discerníveis e circunscritas. “A exposição ao estímulo fóbico, provoca uma resposta de intensa ansiedade e sofrimento, que pode chegar a um ataque de pânico”. A pessoa que possui esse medo; reconhece que seu medo é irracional ou excessivo.
O medo de baratas é considerado uma fobia, porque a barata é um inseto inofensivo que não oferece perigo. Geralmente, as pessoas evitam o inseto ou têm pavor, porque o associam com sujeira.
As pessoas costumam dizer que têm fobia de barata mas, na realidade, muitas vezes sentem apenas medo (ou asco) do animalzinho. Para ser Fobia, esse sentimento deve ser, primeiro, muito desproporcional e absurdo, segundo, a pessoa tem que apresentar os chamados sintomas autossômicos (falta de ar, sudorese, palpitação, mãos frias, etc.) diante da barata.
Normalmente o que se vê, são pessoas que fazem um certo escândalo mas, não havendo platéia, pegam um chinelo e esmagam o inseto. O fóbico não. Ele simplesmente não dorme enquanto não tiver certeza absoluta que o quarto está livre de baratas. Ele passa mal.
"Um dos efeitos do medo é perturbar os sentidos e fazer com que as coisas não pareçam o que são."
Miguel de Cervantes - Dom Quixote, século XVII
O medo de baratas é considerado uma fobia, porque a barata é um inseto inofensivo que não oferece perigo. Geralmente, as pessoas evitam o inseto ou têm pavor, porque o associam com sujeira.
As pessoas costumam dizer que têm fobia de barata mas, na realidade, muitas vezes sentem apenas medo (ou asco) do animalzinho. Para ser Fobia, esse sentimento deve ser, primeiro, muito desproporcional e absurdo, segundo, a pessoa tem que apresentar os chamados sintomas autossômicos (falta de ar, sudorese, palpitação, mãos frias, etc.) diante da barata.
Normalmente o que se vê, são pessoas que fazem um certo escândalo mas, não havendo platéia, pegam um chinelo e esmagam o inseto. O fóbico não. Ele simplesmente não dorme enquanto não tiver certeza absoluta que o quarto está livre de baratas. Ele passa mal.
"Um dos efeitos do medo é perturbar os sentidos e fazer com que as coisas não pareçam o que são."
Miguel de Cervantes - Dom Quixote, século XVII
sábado, 8 de janeiro de 2011
Sugestão de filme para as férias- "LONGE DELA"
Grant (Gordon Pinsent) e Fiona (Julie Christie) formam um casal feliz, que tem sua vida abalada quando ela apresenta alguns graves sintomas, como perda de memória. Logo vem a confirmação: Fiona está com o mal de Alzheimer. Relutante a princípio, ela passa a aceitar a doença e se interna numa clínica. Uma das regras do local é que os pacientes não recebam visitas durante seus primeiros 30 dias. Quando Grant finalmente consegue vê-la, ela já não o reconhece mais. Fiona está agora afeiçoada por Aubrey (Michael Murphy), outro paciente da clínica, o que faz com que Grant tenha que se contentar com sua nova condição de amigo ao mesmo tempo em que tenta ajudá-la a se lembrar do passado.
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