Dois países. Duas vidas. Duas mulheres. Em pontos distantes do mundo, duas familías desabando, cada uma a sua forma. Nos Estados Unidos, Marylin perde o filho de forma trágica em um acidente de moto seu presente de aniversário. Do outro lado do atlântico do Atlântico, a irlandesa Ria é deixada pelo marida depois de um longo casamento . Após um ,o,emto de tristeza e reflexão, as duas propõem uma troca de casas, uma mudnaça de ares para alterar o curso de suas vidas .
Vale a pena conferir : um filme com boas reflexões de luto, sentimento de culpa, separação, medo da perda, com pontuações familiares e reestruturação gerando mudanças.
Eis que surge um frio na barriga, um suor gélido e um mal estar com tonteiras só de pensar que você está próximo da janela do último andar prestes a olhar para baixo. Então o medo se instala fazendo com que você sinta : calafrios,náusea, tonteira, sensação de desmaio. Quem sofre com medo de altura passa apuros, perante outras pessoas você é medroso,covarde; pois ter medo de alturas se torna absurdo aos olhos dos outros.
Quando falamos em medo logo vem a cabeça um sentimento que todos conhecemos a insegurança e não saber como agir em um momento devido a algum fator externo.
As pessoas que tem medo de altura podem ter sintomas como tonturas e vertigens, falta de ar, suor excessivos, boca seca, náuseas, tremores, mal estar, falta de fala, uma enorme ansiedade, palpitações entre outros sintomas que podem fazer a pessoa ficar totalmente sem controle, quando estiver em um local alto.
Chamamos isso de fobias específicas, ou seja, o medo está ligado a alguns lugares.
A acrofobia é o medo irracional de lugares altos.
A Psicoterapia cognitivo-comportamental estimula o paciente a expor-se gradualmente frente à situação causadora do medo, com sessões específicas, a pessoa vai se desfazendo de crenças irracionais Mas com acompanhamento profissional ou há risco de que o trauma torne-se ainda maior. Com a exposição ao medo monitorada corretamente logo veremos um resultado satisfatório.
Estimular alguém a conviver com o medo é completamente inadequado. A sensação ruim não só é mantida, como causa prejuízos no dia-a-dia do individuo, não há por que fazer isso, pois a terapia Cognitivo comportamenal é breve e focada no problema.
Queridos leitores estou de volta a minha terra natal Niterói; onde permaneci ausente por quase doze anos. Indo e vindo inúmeras vezes de Campos dos Goytacazes para visitar os amigos, familiares e minha linda cidade.
Com meu retorno terei mais tempo para recomeçar meus textos no blog, com assuntos interessantes, polêmicos sobre o comportamento humano.
Me sinto mais feliz aqui, em Campos fiz alguns amigos especiais que estarão sempre presentes em minha vida.No mais começo a pensar no que vou escrever para colocar nesta semana no blog. Aguardem!!!!!
Como devemos orientar nossos filhos em relação ao uso de drogas? Pois o maior medo dos pais é descobrir, porém abordar o assunto faz com que ele fique mais alerta em relação aos que influenciam a se tornarem dependentes de um caminho árduo em suas vidas. O crack considerado a cada dia a droga mais perigosa e letal, como orientarmos nossos filhos a passarem bem longe desta pedra maldita, considerada a pedra da morte?
A prevenção é arma mais forte na luta contra o crack. Veja dicas que podem ajudá-lo a manter seu filho longe da droga.
Esqueça aquele mito de que é bonitinho uma criança experimentar uns goles de cerveja com você.
Tenha hábitos saudáveis: as escolhas dos pais influenciam o comportamento dos filhos. Pesquisas mostram que, em lares com pais fumantes, o índice de filhos fumantes é maior.
Dê o exemplo: quando as crianças observam os adultos beberem para relaxar ou superar a timidez, aprendem que também precisam de substâncias químicas para superar seus problemas.
Acompanhe a rotina de seu filho: é importante saber onde ele está, o que faz e com quem está. Mudanças bruscas de comportamento podem ser um sinal de que há problemas.
A droga é de fácil acesso, sem cheiro, de efeito imediato e aprisiona pacientes e seus familiares.
O baixo custo da pedra – em torno de R$ 5 – revela-se ilusório. Empurrado para o precipício da fissura, o dependente precisa fumar 20, 30 vezes por dia. Desfaz-se de todos os bens, furta de familiares e amigos e, por fim, começa a cometer crimes.
O diálogo entre pais e filhos é imprescindível ! Seja mais amigo, converse e oriente. Em casos de uso busquem ajuda de um profissional.
O crack realmente é um caminho sem volta. Prejudicial ao ponto e poder levar a morte. A cada dia o aumento absurdo de usuários entre eles os jovens. Pessoas que acabam no vício e que perdem tudo na vida inclusive sua própria identidade é alarmante.
O que o Crack faz em sua vida quando você faz uso:
Intoxicação pelo metalO usuário aquece a lata de refrigerante para inalar o crack. Além do vapor da droga, ele aspira o alumínio, que se desprende com facilidade da lata aquecida. O metal se espalha pela corrente sanguínea e provoca danos ao cérebro, aos pulmões, rins e ossos.
Fome e sono
O organismo passa a funcionar em função da droga. O dependente quase não come ou dorme. Ocorre um processo rápido de emagrecimento. Os casos de desnutrição são comuns. A dependência também se reflete em ausência de hábitos básicos de higiene e cuidados com a aparência.
Pulmões
A fumaça do crack gera lesão nos pulmões, levando a disfunções. Como já há um processo de emagrecimento, os dependentes ficam vulneráveis a doenças como pneumonia e tuberculose. Também há evidências de que o crack causa problemas respiratórios agudos, incluindo tosse, falta de ar e dores fortes no peito
Coração A liberação de dopamina faz o usuário de crack ficar mais agitado, o que leva a aumento da presença de adrenalina no organismo. A consequência é o aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial. Problemas cardiovasculares, como infarto, podem ocorrer
Ossos e músculos
O uso crônico da droga pode levar à degeneração irreversível dos músculos esqueléticos, chamada rabdomiólise.
Sistema neurológico Oscilações de humor: o crack provoca lesões no cérebro, causando perda de função de neurônios. Isso resulta em deficiências de memória e de concentração, oscilações de humor, baixo limite para frustração e dificuldade de ter relacionamentos afetivos. O tratamento permite reverter parte dos danos, mas às vezes o quadro é irreversível Prejuízo cognitivo: pode ser grave e rápido. Há casos de pacientes com seis meses de dependência que apresentavam QI equivalente a 100, dentro da média. Num teste refeito um ano depois, o QI havia baixado para 80 Doenças psiquiátricas: em razão da ação no cérebro, quadros psiquiátricos mais graves também podem ocorrer, com psicoses, paranoia, alucinações e delírios
Sexo
O desejo sexual diminui. Os homens têm dificuldade para conseguir ereção.
Há pesquisas que associam o uso do crack à maior suscetibilidade a doenças sexualmente transmissíveis, em razão do comportamento promíscuo que os usuários adotam
Morte
Pacientes podem morrer de doenças cardiovasculares (derrame e infarto) e relacionadas ao enfraquecimento do organismo (tuberculose).
A causa mais comum de óbito é a exposição à violência e a situações de perigo, por causa do envolvimento com traficantes, por exemplo.
O crack é uma das drogas considerada mais perigosas do mundo atual, a cada dia nos deparamos com o número avassalador de usuários dentre eles, jovens. Inúmeras reportagens nos mostram como o carck acaba com o indivíduo , na maioria das vezes sendo um caminho sem saída.A pedra de crack é produzida com a mistura de cocaína e bicarbonato de sódio ou amônia. Sua forma sólida permite que seja fumada.
Os usuários utilizam o Crack queimando a pedra em cachimbo e aspira a fumaça. O crack também é misturado a cigarros de maconha, chamados de piticos.
O crack chega ao cérebro em oito a 12 segundos e provoca intensa euforia e autoconfiança. Essa sensação persiste por cinco a 10 minutos. Para comparar: ao ser cheirada, a cocaína em pó leva de 10 a 15 minutos para começar a fazer efeito.
A fumaça do crack atinge rapidamente o pulmão, entra na corrente sanguínea e chega ao cérebro. É a forma de uso, não a composição, que torna a pedra mais potente.
Dependência:
Forma menos pura da cocaína, o crack tem um poder infinitamente maior de gerar dependência, pois a fumaça chega ao cérebro com velocidade e potência extremas. Ao prazer intenso e efêmero, segue-se a urgência da repetição. Além de se tornarem alvo de doenças pulmonares e circulatórias que podem levar à morte, os usuários se expõem à violência e a situações de perigo que também podem matá-lo.
Alerta aos pais : conversem mais com seus filhos e orientem quanto ao perigo do uso de drogas.
O choro pode ser não apenas a expressão de uma emoção, mas ainda uma defesa contra algumas emoções. Na fase adulta, muitas pessoas desenvolvem um mecanismo de defesa onde o choro é o grande recurso. Ás vezes, nós nos deparamos com pessoas chorando de raiva talvez por ouvir um “não” ou deixar de fazer algo que desejava naquele momento e foi totalmente freado por outros. Na maioria das vezes nos revoltamos, pensamos em voltar ao tempo e fazer realmente o que desejávamos mesmo que atropelássemos tudo e todos, coisas de adolescente? Coisas de adultos imaturos? Ou coisas de ser humano que denota raiva como uma emoção que costuma encontrar defesa através de lágrimas? Essas lágrimas podem ser direcionadas para as pessoas como pai, mãe ou figuras de autoridade usada como defesa. Ou seja: nós aprendemos que não deveríamos sentir raiva de pai e mãe e quando isso acontece algumas pessoas se defendem chorando. Como Chorar é também uma exposição, uma entrega - e chorar com facilidade pode ser muito positivo. Geralmente, quem chora quando tem vontade e estabelece o contato com a emoção em questão – acontecendo com mais freqüência do que gostaríamos. A forma de se expressar através do choro além da emoção demonstra está de bem com seus sentimentos e também encontra facilidade em expressar o medo, a raiva, a insegurança. Por que não chorar? Por que se fazer de forte se em certos momentos?
Fica a dica: não se envergonhe porque chorou... Afinal, o chorar pode esvaziar uma emoção genuína... E chorar de verdade é mostrar que existem sentimentos e que nem sempre são alavancas para acobertar certas situações.